::Sobre Mim::




Nome: Melissa Rocha, Mel, Melithil, Melnina da Lua!

Idade: pra quê você quer saber?

Cidade: "Como vai BH? Ouve a voz da montanha. Sei de cor meu lugar, Belo Horizonte..."

Gosto: da vida, de sonhar, de dormir, de falar, de escrever, de rosas vermelhas, de águias, de corujas, de amar, da família, da lua, dos amigos, Teologia e Filosofia de Boteco (rsrs)

Odeio: mediocridade, fundamentalismo, racionalismo exarcebado, racionalidade instrumental - embora muitas vezes esta me sirva bem, dieta - rs, direita conservadora, canja de galinha, pagode e mais um monte de trem! (hehe)

Filmes: Cidade dos Anjos, Matrix, Grease, Dirty Dancing, Quem somos nós, Batismo de Sangue. Mais alguns.

Músicas: Se eu quiser falar com Deus.

Olha eu aqui, ó: Photo Sharing and Video Hosting at Photobucket


.::Meu fotolog 1:::.
.::Meu fotolog 2:::.
.::Renan::.
.::Tiago Godoy - Armand::.
.::Cassiiii::.
.::Deus::.
.::Tânia::.
.::Tiago - Myhro::.




::Já Passou::
Ver mensagens anteriores
::Créditos::





::Votação::

Dê uma nota para meu blog






::Contador::



Parabéns, Resende.

29 de setembro. Festa do aniversário da cidade, mais conhecida como EXAPICOR.

Eu sinceramente não faço questão de estar lá, a não ser que aconteça um show que me interesse. No mais, eu não gosto de ficar celebrando a estupidez humana lá.

Quando eu era criança era engraçado e divertido subir naqueles brinquedos e sentir a sensação do estômago ir no pé e voltar. Ainda é, mas não é tão necessário, até porque eu acho besteira gastar o dinheiro que se gasta nisto.

Agora, enquanto escrevo, acredito que está começando um show de uma banda dessas de pagode.

Era esquisito observar hoje, que até nós, os rotulados rockeiros estávamos lá. Isto antes do show. Estávamos só porque era de graça, de repente como forma de protesto, porque os shows de rock todos foram pagos. Mas o que que tem isso, não é?!

Hoje eu resolvi ir com uma roupa mais "mocinha" pra observar o que acontecia no momento em que eu entrasse na portaria, quando somos revistados. A mulher nem olhou. No entanto, ontem, quando eu fui vestida de maneira mais despojada, mais rock ´n roll, eu quase tive que tirar a roupa pra ela ver se eu não entrava com algo estranho. Infelizmente isto é preciso, mas eu não contesto a revista em si; eu contesto o preconceito, a maneira como as pessoas nos rotulam. Só porque eu vestia uma roupa preta e um tênis All Star eu poderia estar carregando comigo algo de suspeito? Poderia, como também uma menina, vestida "mais normalmente" que eu, poderia também.

Eu noto que a alegria das pessoas se resume a comer um churros de chocolate ou um krep de queijo com frango; aos preços aparentemente mais baixos, nas lojas nos stands; aos gritos estapafúrdios do locutor no rodeio; à cerveja horrorosa que fornece alguns minutos de riso. Tudo isto para eles é fundamental. E ao mesmo tempo para mim, patético. Alegria comprada... Dois reais uma entrada no parque, dois reais um krep, dois reais um churros.

Eu caminho pelas pessoas feito um fantasma, só que não da ópera. Hoje, do pagode. Estilo de música que, por excelência, me traz inquietude. A linha melódica sempre a mesma. Eu posso até escrever a cadência em minha cabeça: do, la, fa, sol - tônica, superdominante, subdominante, dominante. Compasso binário. Sempre esticam as vogais, priorizando os ditongos descrescentes.

Observo os "pagodeiros" chegando com seus bonés e com seus cabelos "a la amônia e água oxigenada". Nenhum preconceito quanto a isto. Eu só acho feio e também é uma característica atribuída a eles. Que alegria a deles! Divirtam-se!

Observo as meninas com faixas na cabeça com o nome do grupo cheio de purpurina: "Exaltasamba". [Deixando claro aqui uma coisa: eu não tenho nada contra isto... São pensamentos meus relativos ao que vi. Só.] Eu vejo rapazes e homens já maduros encarando moças e meninas, cercando-as. E também meninas, mas de maneira mais esporádica, cercando os homens. Pessoas procurando desesperadamente beijar umas às outras. Beijo é muito pessoal... Já disseram isto. E eu também penso assim. Eles que façam o que quiser. A minha boca está muito bem guardada, esperando o momento mais sincero da minha vida.

Festa do sexo, da bebida, do consumismo, da alegria fingida. Quando os portões se fecham e sobram pelo chão latinhas e garrafas, alguns bêbados e panfletos de políticos a alegria acaba.

Eu, sentada ali, naquela arquibancada onde todos sentam para observar quem passa ali na avenida, descansar as pernas ou simplesmente ocupar um lugar. Fiquei ali enquanto escrevia uma carta. Eu, um copo de vinho, um caderno, uma mochila e um pouco de tristeza em ver tudo isto. Espero ao menos que os "temporariamente alegres" tenham se divertido, e que os que estiveram ali a trabalho, seu esforço tenha rendido.

Eu, a lua, um copo de vinho, algumas notas de um real, um vale-transporte, um anel e uma pulseira preta cheios de sentimento em minha mão esquerda.


Parabéns, Resende, pelos teus 203 anos. Cidade que me viu nascer, crescer e que me abriga em seu leito, por enquanto, enquanto eu não encontro a cidade para estudar e construir minha vida, já que aqui não me oferecem muitas opções.

Parabéns. E que esta terra dê os frutos que seu povo merece, por todo esforço e trabalho. Dias de glória a aguardem! Progresso e Paz! Continue, cidade às vezes tão desconsiderada por mim, a guardar meus dias e meu trabalho por suas estradas. Parabéns.



Escrito por Melissa Rocha às 00h50
[] [envie esta mensagem]








Mais um dia, nenhum dia.

Madrugada. Para mim o momento mais absurdo do dia. Absurdo? Pode ser. para mim. Para alguns.

Eu preciso do frio e do silêncio aparentes que trazem a madrugada pra me sentir bem. Preciso de cada sussurrar da noite e de cada sombra das árvores balançando aqui na rua, numa dança que, para alguns, torna-se tenebrosa. Parece tenebroso o singrar das folhas das árvores. O que podem formar? Apenas desenhos ocultos na janela, que eu tento sempre desvendar. E quando enfim identifico, eles se desfazem.

Eu escuto o tilintar das gotas da chuva batendo na janela. Elas vão formando uma sinfonia cheia de dinâmica; gotas fortes e fracas.

Procuro a chave e abro a porta dos fundos da casa. Apenas pela luz da lua eu atravesso o corredor e chego à varanda. Ali reina um silêncio; mais do que dentro de minha casa. O único barulho que me ocorre ainda é o da chuva fraca. E esporadicamente, alguém passa pela calçada, e nem nota a minha presença "fantasma" ali.

Eu apenas sinto o vento frio em meu corpo, movimentando meus cabelos, que eu enrolo e prendo a um palito.

Sinto, na frieza da noite, a companhia dos anjos e as canções que eles ferem em suas harpas.

Eu penso. Inusitadamente, me ocorrem lágrimas. E propositalmente, um sentimento. Uma vontade impagável de ter o que é meu, e que ao mesmo tempo não posso ter agora. Um aperto. Eu me sinto respirando a luz. Pode?

Meu coração vai ficando pequeno. E eis que ocorre uma explosão, e ele volta ao seu lugar.

O que é meu será sempre meu, por direito, e, no tempo certo, eu vou colher os frutos desse sentimento. O tempo da colheita. O tempo do amor.

Eu me levanto do banco de madeira moldado pelas mãos de meu pai, saio afora, onde não há telhado, olho novamente para a lua. Suspiro.

Atravesso o corredor, tranco a porta, bebo um copo d´água, abençoo o sono de meus pais e de minha irmã e me recolho. Durmo. E



Escrito por Melissa Rocha às 00h00
[] [envie esta mensagem]








MELISSOGRAFIA!

 Oi gente!!! Quem fez esse poeminha ai num dia em que eu estava muito triste e brava com gente que não merecia nem nunca vai merecer mais (Graças a Deus) a minha atenção. Foi escrito em 13/01/2004.

Melissografia

Mel bonita do laço de fita

Melsicista com pose de artista

Melindrosa parece uma rosa

Melandragem, tenha coragem!

Mel aprenda, mas não se renda!

Meleca, Melodia, Melomania, Melena.

Só gaste sua paixão com o que valha à pena.

Melífluo, Melhoria, Melgaço, Melão.

Siga sempre a voz do seu coração.

Melro, Melindre, Melodrama, Melúria.

Ignore os hostis e todo tipo de injúria.

Melado, Melancia, Meliante, Melanina.

No fim tudo dá certo. Acredite, menina!!!

 

Julien de Lioncourt


Beijos a todos vocês, da menina apaixonada e cantora!!! Fonse....  Eu adoro você!!! Ju...  brigado por ser além de minha prima, minha amiga e minha comparsa nas insanidades da vida!!! heheheh



Escrito por Melissa Rocha às 21h36
[] [envie esta mensagem]








"Hoje eu vou fugir de casa, vou levar a mala cheia de ilusão..."

Não vou fugir não ta!!!  

Lembrando ainda do meu blog  novo!

www.beenthinking.weblogger.com.br

Aaaaa e ainda tem outro pra vocês visitarem, o Jardim Selvagem. Somos eu, Armand e Baby Jenks.

www.our-savagegarden.blogspot.com

 

Eu fico pensando sempre. E vocês sabem que "cabeça vazia é oficina do diabo"... Mas a Ana (o mulé doida) disse que "nem o diabo me olha de lado"...

E eu ando me sentindo indiferente com o mundo. Na verdade, eu sempre me senti. Às vezes eu reduzo meu mundo ao que sinto pelos amigos, o amor pela família e por mais uma pessoa especial. Mas enfim...

Eu vou por ai, passeando pela cidade; de ônibus, de carro, de bicicleta... E sempre pensando. Pensando na indiferença dessa gente toda. Indiferença do próprio ser. Indiferença. Eu sinceramente acho esta palavra muito forte para dizer do sentimento dos outros em relação a si mesmos. Afinal de contas, o que tenho eu a ver com a indiferença dos outros? Eu nada. Mas me aflige ver tanta gente indiferente com a realidade. Tanta a gente que se sufoca, que teme viver. Que posso eu fazer por essa gente??? O que vocês entendem pela indiferença deles?

Eu não deveria justificar isto aqui. Eu entendo por indiferença o medo de sentir. O medo de viver. O medo o qual induz muita gente a fazer o que não quer, a viver o que não quer.

Sonhos? O que são para eles??? Sonhos...

Riscos? Não conhecem. Enfim, o que é a vida sem eles? Sem os riscos.

Viver é um risco. Eu posso ser um risco de vida e você que perde um pouco do seu tempo pra ler esta insanidade aqui também.

Eu quero viver!!! E se eu tiver que correr riscos para isto, eu correrei. Se eu tiver que buscar minha felicidade longe daqui, eu irei até onde ela se encontra.

Ninguém vai se arriscar por mim, nem por você. Arrisquemo-nos, pois, por nós mesmos. Cada um de nós.

É preciso.

 



Escrito por Melissa Rocha às 02h35
[] [envie esta mensagem]