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Nome: Melissa Rocha, Mel, Melithil, Melnina da Lua! Idade: pra quê você quer saber? Cidade: "Como vai BH? Ouve a voz da montanha. Sei de cor meu lugar, Belo Horizonte..." Gosto: da vida, de sonhar, de dormir, de falar, de escrever, de rosas vermelhas, de águias, de corujas, de amar, da família, da lua, dos amigos, Teologia e Filosofia de Boteco (rsrs) Odeio: mediocridade, fundamentalismo, racionalismo exarcebado, racionalidade instrumental - embora muitas vezes esta me sirva bem, dieta - rs, direita conservadora, canja de galinha, pagode e mais um monte de trem! (hehe) Filmes: Cidade dos Anjos, Matrix, Grease, Dirty Dancing, Quem somos nós, Batismo de Sangue. Mais alguns. Músicas: Se eu quiser falar com Deus. Olha eu aqui, ó:
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Noite Sentir, pernas pesadas e cansadas. Pernas invadidadas pela frieza do dia que vem chegando, com o canto de tristes e solitários passarinhos, ensejados em caçar seu pão. Sugar toda a solidão dessa aurora, que hoje não é como as outras. De onde tirar inspiração? Não há casulo, não há lagarta, porque a borboleta já deixou seu lar, e mesmo com o vento que sopra numa direção diferente, ela segue seu curso até a estrada que a levará até seu destino. Uma terra distante. Um luzeiro de cores anuncia toda a criação: os pássaros vêm coroar o nascer do sol com um canto hoje menos harmonioso, como a alma de quem vos escreve. No fervor do sol fervem também desejos e encantos, cada um deles, queimando como areia ao formar o vidro; talvez o mesmo vidro que faz com que meu olhar atravesse a janela. Visão distorcida, mas encantada. Folhas balançam aqui e ali. Uma profusão de sentimento irrigando este chão e estas paredes que hoje eu não vejo mais com o mesmo olhar e pensar de outros tempos. Velas, vento e sentimento. O mar continua, com suas ondas, a guiar por ai os meus devaneios. Escrito por Melissa Rocha às 00h07 [] [envie esta mensagem]
Seja "membro" e seja feliz!!! Eu procuro um lugar, qualquer um, onde eu possa depositar minhas lágrimas, conseqüentes de um desespero tardio, sutil, abjeto. Eu procuro infiltrar essas paredes toda a minha alma repleta de desejos e sonhos. Eu queria só por alguns instantes entender isto tudo. Eu queria ainda entender o porquê de tanta insanidade nos arredores do mundo. Mãe... Você pode explicar pra mim? Quem pode? Eu quero ter o poder de transformar toda a dor pela distância em coisas alegres. Queria porque minha alma precisa disto. A minha alma e quem sabe mais uma, talvez desejosa de tanto amor quanto a minha. Quero poder transformar a espera em algo promissor para minha vida. Eu quero ser motivo de espera também. Eu quero ser não só o que sonham, mas também o que desejam. Poucas almas tecem sonhos como os meus. Ou tecem e não mostram. Tecem e sentem medo. Pensam não possuir dignidade para possuir tais desejos. É. Alguns pensam assim. Mas quem são os que possuem dignidade? Quem são os que podem julgar-nos dignos ou não de algo? "Membros do Conselho Superior de Inteligência". Este é um termo - peguei emprestado nas crônicas de minha prima - que define bem os "que se acham". Julgam possuir sabedoria o suficiente para tratar-nos dignos ou não de nossos sonhos. Julgam saber viver cada qual em seu mundo repleto de suas falhas ideologias absurdas, cheias de preconceitos e pudores. Pois bem. Eu quero que os preconceitos e os pudores de vocês encontrem-se com a morte, que são o que eles representam e de onde eles vieram. Eu quero amar sem pudor, sem medo, sem hipocrisia! Eu quero ter o direito de pensar e fazer com que minha vida encontre algo diferente da vida de vocês e seja diferente de fato. Quero olhar para trás e ver que essa luta vale à pena, como todas as minhas outras lutas valeram. Quero andar pelos meus caminhos enfrentando os possíveis monstros de mentira e censura e desordem e hipocrisia. Quero ver flores mais belas e verdadeiras nos caminhos onde passei e irei passar. Quero um orvalho mais puro, quero a canção mais bonita e sincera. Eu quero aquele momento que vocês julgam impossível. Eu quero aquela boca que vocês julgam não poder ser minha por razões que vocês - ridículos - desconhecem. Eu quero aquele amor que vocês julgam louco. Eu quero "aquele". "Aquele". Tanto são idiotas que nem sabem me tirar a razão! Não sabem o porquê de nada! Explodam-se!!! Até perdi um pouco de minha poesia por causa das sandices de vocês. Muito bem! Terminemos por aqui! Deixem-me à vontade com minha insanidade feliz e fiquem vocês com suas paranóias, seus preconceitos e sua maneira mesquinha de viver! Acham que a opinião de vocês é importante pra mim?! NÃO! Não é! Meu prazer e minha vida não dependem da permissão nem do apoio de vocês! Eu quero é ser feliz! E buscarei minha felicidade onde quer que ela esteja! Amém! Escrito por Melissa Rocha às 23h39 [] [envie esta mensagem]
Contos da Lua Vaga Eu nunca fiz algo como o que irei fazer agora. Mas é preciso. Eu escuto essa música todos os dias. Quero ser capaz de transmitir o que minha pele sente, o que meu coração pulsa enquanto ouço, enquanto penso, enquanto existo. A música é Contos da Lua Vaga, de Beto Guedes. Esperança viva que o sangue amansa. Esperança. Eu quero tê-la dentro e fora de mim. Quero vivê-la, como tenho vivido os meus dias, a espera de uma flor que irá desabrochar. O sangue amansando a a alma, irrigando o corpo todo de sentimento. Vem lá do espaço aberto. Quero minha felicidade com um céu de espaço aberto, com a lua, mesmo que âs vezes triste, banhando a minha face e a de alguém tão esperado. Estrelas. Um céu aberto como eu quero que seja o meu amor. Pra que ninguém duvide dele. Pra que ninguém possa apedrejá-lo, caso fosse um telhado. Por isto, um céu. E faz do nosso braço um abrigo que possa guardar a vitória do sentimento claro vencendo todo medo. Quero fazer do meu braço um abrigo para meus sonhos e meus sentimentos, para o meu amor. Quero ser vitória! Quero fazer valer à pena tudo o que existe em verdadeiro em mim! Eu tenho braços. Braços que são capazes de lutar pelo amor. Quero que meu sentimento seja cada vez mais claro, cada vez mais necessário e mais FORTE! E quero que quem o tem não duvide dele. Um sentimento que é capaz de vencer todo o medo, todo o tempo, toda a distância, todo tipo de morte. Mãos dadas pela rua num destino de luz e amor. Vem agora quase não há mais tempo. Vem com teu passo firme e rosto de criança. É. Mãos dadas. Pode parecer ridículo, mas eu dou extrema importância ao que um gesto como este - mãos dadas - significa. Você só dá a mão a alguém que é importante, alguém a quem você devota carinho. Sim. Eu quero andar de mãos dadas. Deixar as intrigas do tempo para o que é morte e ser vida. Isto é o agora. Passo firme. Rosto de criança. Deixar a inocência dos pequenos falar em nós. Crianças amam incondicionalmente. Crianças não têm medo de amar. Nós temos. Eu tenho. A maldade já vimos demais. Olha sempre poderemos viver em paz em tempo tanto a fazer pelo nosso bem. Já vi. Já vimos. Tanta gente querendo manchar o sentimento. Tanta morte querendo chegar até nós. Eu quero amar sem maldade. Eu quero ter o direito de esperar pelo amor. Eu quero amar loucamente. Quero ter o direito de dizer: "nosso tempo vai chegar". Quero ter o direito de amar QUEM eu quiser. Iremos passar mas não podemos nunca esquecer de mais alguém. Quero não me esquecer, neste caminho do amor, de ninguém. Quero me lembrar das pessoas que acreditam nesse sentimento. E de quem não acredita também. Quero mostrar a eles que meus princípios não são infundados. Quero atravessar as pontes da cidade olhando pra esses sorrisos, pra esses olhos às vezes banhados em lágrimas. Que vem simples inocentes a nos julgar perdidos. Que eu seja uma perdida! Que eu me perca se for pra me perder! Sim! Quero mesmo me perder! Se amar é se perder, eu quero ser uma perdida. Perdida é pouco. Eu quero ser perdida e contagiar quem quer se perder. Quero me perder de mim e me entregar a alguém que já me tem. As iluminadas crianças herdeiras do chão, solo plantado, não as ruínas de um caos. Crianças. Nós somos, eu acredito. Herdeiros de um tempo e de uma história. Quero poder desfrutar do que esta história deixou de bom para minha vida. Não quero suas ruínas, não quero seus clichês e censuras em meu amor. Não quero gente mesquinha semeando ervas daninhas no terreno de meus sentimentos. Eu não quero e não vou deixar gente hipócrita dizer que não posso ou não devo porque é difícil. Difíceis são vocês, filisteus! - eu diria a eles! Diamantes e cristais não valem tal poder. Nada vale nem paga o preço de um coração: nenhuma distância, nenhum medo, nenhum tempo. Quem espera e guarda e faz do seu coração um diamante tem muito mais a ganhar. O diamante é a pedra mais rígida que há; nenhuma outra pedra ou metal é capaz de danificá-lo. Nada paga meu coração. Eu vencerei distância e medo, gente e tempo. Contos de luar ou a história dos homens. Lua vaga vem brincar e manda teus sinais. Que mais é a vida, senão contos de luar? Somos influenciados por esta lua que vaga ai pelos dias. A lua me rege. Me exorcisa, me enlouquece, me encanta, me entorpece, me emociona. QUE SERÁ DE NÓS SE ESTIVERMOS CANSADOS DA VERDADE, DO AMOR?! O que será de nós? O quê? Por tudo isto eu penso que posso sofrer... Mas o que seria de mim sem verdade, sem amor?! Eu sou assim! Eu tenho que sentir. Eu tenho medo da dor, mas o que posso fazer? Eu não quero me cansar da verdade! Não quero me cansar do amor! É tão necessário quanto comer e beber! Esperança viva que a mão alcança vem com teu passo firme e rosto de criança. A esperança vem. Está aqui em mim. A MALDADE JÁ VIMOS DEMAIS. Quero não ter medo. Quero não deixar a maldade invadir meu coração. Quero manter minha espada limpa e na bainha para lutas maiores. E vocês?! Seriam capazes?! O medo de vocês? Ele existe? Pensem. Quero um dia poder mostrar a vocês que O SENTIMENTO VENCEU O MEDO. Por todas as coisas vocês verão. Escrito por Melissa Rocha às 23h34 [] [envie esta mensagem]
A Mochila Continuo andando com minha mochila nas costas; ora pesada, ora leve, de peso insignificante. Eu, incansável nas andanças por esta cidade. Cada passo é mais um momento de minha vida que posso perder ou posso ganhar. Imagino, além desta mochila, outra ainda mais importante e mais pesada também; a mochila que carrega os meus sentimentos; todos tão necessários e tão intensos, tão à flor da pele... Hoje no ônibus ninguém se ofereceu pra segurar minha mochila, como quase sempre acontece: alguém vê meu corpo cansado e se oferece gentilmente para carregar em seu colo este peso que antes estava em minhas costas. Às vezes essa outra mochila - a mais importante - me pesa demais. E como pesa. Ela chega a roubar o ar de meus pulmões para sustentar-se em minhas costas. Pesa pela imanência com que coexiste com minha alma. Jamais esta alma andou separada dessa mochila de que falo. Pesa pela exatidão com que ela guia os meus dias. Eu acho que a mochila deveria ir à frente, guiando. Mas se não vai, isto deve ter um porquê. É. Talvez eu deva ser um pouco mais racional. Tenho sido, mas acho que posso me estagnar por tanta "razão". Afinal de contas... O que é a razão? O que me garante que, só por ela as coisas acontecerão? Estou em busca de um equilíbrio... Razão e Emoção. E espero encontrá-lo. Essa mochila pesa demais às vezes. E não há ninguém pra oferecer seu colo e segurá-la para mim por alguns momentos. Ninguém pra dizer meia dúzia de coisas bobas quando eu me exalto. Ninguém pra me xingar quando eu sou mesquinha e ciumenta. Ninguém pra me julgar louca quando eu me empolgo com minhas sandices e começo a flutuar pelo universo mágico dos sentimentos. Ninguém pra segurar firme e complacente meu rosto quando eu estou por desanimar. Nenhum colo. Ninguém. O único colo que eu devo ter mesmo é o de minha mãe, quando ela não está brava comigo. E quando ela está, o que fazer? Eu sempre acreditei, desde menina (eu ainda acho que sou uma...), que Alguém, depois que todos se vão e voltam para suas caixas em sua individualidade, ajuda a carregar essa mochila. Acredito e quero acreditar mesmo. Por isso eu peço a esse Alguém - Deus - que esqueça a minha ignorância em relação a Ele. Peço realmente que Ele seja toda essa fortaleza que eu encontro no rosto das pessoas. Deus... Eu peço que me ajude a preencher essas lacunas do meu coração. Acho que você tem com que preencher, não é? E peço, se possível, ainda mais: se um dia eu vier a tropeçar pelo peso dessa mochila, pelo empurrão que eu posso tomar das pessoas por possuir a mochila, e, se acaso alguém colocar o pé na frente pra que eu tropece mais rápido... E... Eu caia... Eu peço, Deus, que você realmente me segure. Porque cairei. Cairei com a mochila sobre as costas e mancharei meu rosto de sangue, mancharei minhas mãos da sujeira do chão. Eu peço, Deus, se isso acontecer, que me mande alguém pra enxugar as minhas lágrimas, limpar o meu rosto ensangüentado e me ajudar a lavar as mãos. Mãos que podem ainda dar tranqüilidade a algumas pessoas. Peço que me mande alguém, que por tudo o que sofro tome meu corpo em seus braços e entrelace suas mãos também esperançosas às minhas, e aproxime de meus lábios os seus. Eu peço que essa pessoa seja capaz de cantar e tocar no violão para mim uma canção de dormir e acordar; a canção a qual eu nunca me esquecerei; que ficará talhada feito uma tatuagem. A canção que fala de Qualquer Lugar. Enquanto isso eu prossigo, carregando a mochila. De vez em quando eu abro, olho bem o que existe dentro dela, limpo-a e jogo-a novamente em minhas costas. E vou seguindo, com meu tênis já gasto, minha calça com a bainha rasgada e os meus brincos de nota musical. Caminho, Persisto, Espero, Existo. E existo pela paciência de Deus mesmo... Eu acho que sim. "O tempo será promissor para você, Melissa... Para você e para quem espera contigo pelo tempo certo. Você é uma rosa diferente de todas as outras. A ´rosa do inverno´, como você mesma diz. As coisas para você não acontecem no tempo das outras. Nunca aconteceram. Sempre foi assim para você. Em todas as lutas, eu vi sempre a espada brilhando após o seu suspiro de vitória depois de vencer tantos monstros de mentira e ignorância. Esta é mais uma luta. E você vencerá. Vencerá e estará preparada para a luta maior, que começará depois deste tempo de espera, deste tempo de ´casulo´, este tempo de agonia também. Eu sei que você sofre. Prepare-se para a grande batalha! Você tem a espada em suas mãos, e ela está na bainha, limpa. Prepare-se porque há uma torcida, pessoas que esperam ver a sua vitória. Pessoas que sabem que verão sua vitória, e verão, no final de toda esta ´merda´, você, nas margens do rio com alguém, conversando, cantando e vivendo alegremente." - dizia um amigo... Eu posso dizer algo mais? Escrito por Melissa Rocha às 22h45 [] [envie esta mensagem]
Que difícil admitir... Como é difícil lidar com orgulho. O meu orgulho. O orgulho dos outros eu percebo, mas o meu, nem sempre. Na verdade, quase nunca. É difícil dizer para o meu irmão, como aconteceu ontem, que eu precisava falar com ele, quando ele me perguntou. Difícil dizer à minha mãe que eu procuro o colo dela simplesmente porque às vezes sinto falta desse carinho, e não porque quero um colo pra apoiar minha cabeça. É também por isto, mas tem muito mais. É difícil dizer à minha irmã que eu fico no quarto dela pentelhando não só por pentelhar, mas porque, de uma maneira ou de outra, ela sempre acaba me entendendo e a companhia dela de madrugada me faz pensar que eu não estou tão sozinha, como eu costumo ser. É difícil dizer à Anna Paula que às vezes eu vou à casa dela só porque preciso de um abraço. É difícil dizer a uma certa pessoa que, às vezes, sempre e sem nenhuma vergonha de dizer isto, eu preciso incessantemente, veementemente de suas palavras às vezes doidas, às vezes sem nexo, e sempre bonitas e necessárias. Eu talvez nunca tenha dto a ele que eu adoro quando ele diz: "ua", ou então, a sua risada onomatopéica: "kakakakaka", ou seu emoticon mais famoso dentre todos: ":P". Difícil dizer que eu preciso da existência dele e preciso apenas saber como está e se está. Nem que for pra levar um suposto fora, ou um sermão. Eu preciso. Preciso do carinho que ele tem ou pode vir a ter por mim. Ele é especial. Verdadeiramente, loucamente e profundamente. Truly, Madly, Deeply, como eu costumo dizer. É difícil olhar pra alguns amigos com os olhos às vezes banhados em lágrimas e dizer: "você foi importante, é e sempre será". É difícil dizer a algumas pessoas das quais me afastei que eu sinto falta daquela amizade. É difícil dizer à minha professora de português o quanto eu me sinto incentivada, na pessoa dela, a escrever sempre e cantar, e viver, e sentir. Eu vejo tudo isto na paixão que ela tem à Língua Portuguesa e à Música. É difícil dizer aos membros do coral, que, às vezes, mesmo cochilando no meio da música depois de um dia longo e cansativo, eu me renovo no meio deles. Que eu preciso mesmo daquelas músicas antigas... Da "Prece ao Vento" e de tantas outras que aquele coral dá vida. [...] 'Vento... diga por favor aonde se escondeu o meu amor´. É difícil admitir que, mesmo com essa dureza, esse vigor, eu sou fraca. E sou uma pessoa devidamente sensível, no que me diz respeito a sentimentos e pessoas. Tudo isto porque eu sou orgulhosa. Eu não tenho vergonha de admitir isto. Mesmo porque seria mais uma forma de orgulho. Difícil admitir que tenho medo dessa concepção de "heroína" que alguns amigos têm de mim. Tenho medo de me apegar a isto. Mas é fácil baixar minha cabeça na carteira da escola, deixar as lágrimas rolarem, esperar que sequem e depois levantar e continuar rindo das piadas da Daiana. Pois é. As piadas sem graça da Daiana são importantes também. É fácil mostrar toda a atitude que eu tenho em relação à minha vida: lutar pelo o que e para que quero, realizar meus objetivos, mostrar a capacidade que tenho para realizar algumas tarefas, mostrar que não preciso de modelos e não preciso ser modelo, mostrar que a minha atitude não depende de nenhuma ideologia para existir. [...] "Ideologia... Eu quero uma pra viver..." Pois eu digo a vocês: eu posso ser forte o suficiente pra agüentar muitas coisas e ter armamento para lutar em muitas guerras, mas de uma coisa vocês podem ter certeza: EU JAMAIS SUPORTARIA NÃO SER IMPORTANTE PRA ESSAS PESSOAS AI. EU JAMAIS SUPORTARIA NÃO SIGNIFICAR NADA PARA ELES; NEM QUE FOSSE UMA PONTA DE ÓDIO QUE SENTISSEM POR MIM. PELO MENOS EU SEI QUE, POR ALGUM TEMPO EU HABITEI EM SEUS CORAÇÕES. Eu amo toda essa gente. Amo demais. E amo muito mais gente que eu não citei aqui. Eles sabem. E meu corpo não agüentaria não amar. Minha mente não seria capaz de tamanho sacrilégio. Escrito por Melissa Rocha às 12h31 [] [envie esta mensagem]
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