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Nome: Melissa Rocha, Mel, Melithil, Melnina da Lua! Idade: pra quê você quer saber? Cidade: "Como vai BH? Ouve a voz da montanha. Sei de cor meu lugar, Belo Horizonte..." Gosto: da vida, de sonhar, de dormir, de falar, de escrever, de rosas vermelhas, de águias, de corujas, de amar, da família, da lua, dos amigos, Teologia e Filosofia de Boteco (rsrs) Odeio: mediocridade, fundamentalismo, racionalismo exarcebado, racionalidade instrumental - embora muitas vezes esta me sirva bem, dieta - rs, direita conservadora, canja de galinha, pagode e mais um monte de trem! (hehe) Filmes: Cidade dos Anjos, Matrix, Grease, Dirty Dancing, Quem somos nós, Batismo de Sangue. Mais alguns. Músicas: Se eu quiser falar com Deus. Olha eu aqui, ó:
.::Meu fotolog 2:::. .::Renan::. .::Tiago Godoy - Armand::. .::Cassiiii::. .::Deus::. .::Tânia::. .::Tiago - Myhro::. ::Já Passou:: Ver mensagens anteriores ::Créditos:: ![]() ![]() ::Votação:: Dê uma nota para meu blog ::Contador::
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E o que é TRANSCENDENTE... Há algum tempo eu venho sendo questionada a respeito de uma coisa absolutamente individual, chamada FÉ. Questionam por que a tenho, o que me faz sentir, etc... Acho que não devo satisfação a ninguém, mas vou tentar escrever aqui o que é. Minha fé é fruto de minha maturidade, do meu pensamento, da minha vivência. Independente de religiões. Minha fé é o encontro com o transcendente, um equilíbrio que alcancei sozinha, com meu pensamento. Tentarei responder o que é, com um texto do meu querido teólogo e filósofo, Leonardo Boff. Esta passagem está no livro tempo de transcendência, do ano de 2000. “[...] E como nós estamos no centenário de morte de Nietzsche, com muitas celebrações, quero terminar com uma oração belíssima desse desesperado filósofo alemão que pregou a morte de Deus e fez a crítica mais violenta do cristianismo, mas o fez a partir de uma experiência radical do Deus vivo. Quando ele anuncia a morte de Deus, ele fala do Deus que tem que morrer mesmo, porque é o Deus de nossas cabeças, o Deus inventado, o Deus da metafísica, o Deus que não é vivo. Ele fez uma oração que eu traduzi. O título da oração é A Oração ao Deus desconhecido.” Antes de prosseguir em meu caminho e lançar o meu olhar para a frente uma vez mais, elevo, só, minhas mãos a Ti na direção de quem eu fujo. A Ti, das profundezas de meu coração, tenho dedicado altares festivos para que, em cada momento, Tua voz me pudesse chamar. Sobre esses altares estão gravadas em fogo estas palavras: “Ao Deus desconhecido”. Seu, sou eu, embora até o presente momento tenha me associado aos sacrílegos. Seu, sou eu, não obstante os laços que me puxam para o abismo. Mesmo querendo fugir, sinto-me forçado a servi-Lo. Eu quero te conhecer, Desconhecido. Tu, que me penetras a alma e, qual turbilhão, invades minha vida. Tu, o incompreensível, mas meu semelhante, quero Te conhecer, quero servir só a Ti. (Friederich Nietzsche) Enfim, tudo isso a que chamo fé é uma experiência de encontrar o desconhecido nas situações da vida, de vivenciar as surpresas, de ver além dos olhares, de sentir a presença da Essência da Vida – que para mim é a definição de Deus – nos encontros com o próximo, no amor que a todos – ou alguma parte – envolve, nas lutas políticas até, na natureza, na luta por um mundo novo, que é o que move minha vida por esses dias, por seu ar, por sua chama, por tudo aquilo que é cosmos, vida, energia se movendo. Enfim, a TRANSCENDÊNCIA, e não transdescendência, que é o que costumam dizer que possuímos de Deus. Façam você – ou vocês – também a experiência do TRANSCENDENTE, independente de suas intrigas com as religiões (pensa que eu não tenho também as minhas?!), independente de ter que representar-se obscuro(a) e/ou sombrio(a) porque o meio social em que está envolvido pede isto. Experimente. Desejo que encontre a Essência da Vida em você. Ela pulsa a todo instante. Está em mim, em você, nos olhos de quem chora, nos olhos de quem ri, de quem celebra a vida, de todos aqueles que são homens e mulheres de bem. Se alguém quiser ler a respeito de Leonardo Boff, é so clicar aki: http://leonardoboff.com Vale à pena! O homem é sinistro! Escrito por Melissa Rocha às 13h06 [] [envie esta mensagem]
SEDE É TUDO. Ultimamente tenho avaliado a vida e as atitudes dos outros através do que aprendi em aulas de redação e com os livros de ensaios textuais que já li. Tenho estudado as influências em cada um dos que convivo. E talvez dos que não convivo também. Reparo, principalmente entre os jovens, que há uma angústia socializada. Coisa da idade? Talvez. Como posso falar disso sendo uma jovem também? Pois é. Prefiro me atrever a falar. Não sei se sou diferente ou já passei desta fase, mas, consigo olhar todas essas mudanças de longe, no sentido de entender e até poder rir de algumas posturas que vejo por ai. Por mais abstruso que isso seja, eu rio sarcasticamente daqueles que acham que encontraram grandes verdades em suas vidas! Arrogante isto, não?! Às vezes pode parecer. Respeito o conceito de verdade como respeito meus ideais e aquilo que julgo ser importante para a minha vida. Mas o que não admito verdadeiramente é que aqueles que dizem ter encontrado a “verdade” queiram impô-la aos outros. Não admito, também, posturas agressivas como as muitas que vejo por aí. Julgam-se “novos”, mas no fundo são conservadores, porque avaliam o que existe pelo que consideram ruim, e não admitem o que existe de bom. Um exemplo disto são os que tomam atitudes extremamente agressivas com movimentos como a Igreja, por exemplo. É um polêmico, claro. Mas é isto o que quero: discussão. Não sobre a Igreja, porque não é dela que estou falando. Mas sobre a vida, os ideais, uma postura. Como eu pude ter a experiência da vida eclesial, numa comunidade eclesial de base, tenho talvez o embasamento necessário para argumentar sobre isso. Dentro da Igreja, como dentro de qualquer outro movimento, existe o complicado, o difícil, o inaceitável, o cansativo. Mas existe também a luta por dias melhores, a opção – pelo menos na amplitude que conheci – pelo social, a luta pela vida e a participação até na política (a todo este conjunto dá-se o nome de Teologia da Libertação). Não vêem isso. Geralmente é usado um argumento histórico para criticar. Argumento este que muitas vezes também considero. O que não suporto é que os que hoje professam uma fé tenham que pagar, por exemplo, pelo movimento das Cruzadas. Vejam como vomitam equívocos por ai. A Igreja pode até ser – em partes – conservadora, mas opinião e argumento mais conservadores que estes, eu ainda não pude conhecer. Todo o convívio social cobra-lhe posturas. Para gostar do rock, você deve ser anti-social, desrespeitoso, alienado, arrogante, agressivo, não pode crer em Deus, não pode gostar de outra coisa e deve declarar-se a favor de tudo o que for desordem. Se eu tiver que escolher entre o rock e Deus, eu escolho Deus. Se eu tiver que escolher entre o rock e minha integridade, eu escolho minha integridade. Se eu tiver que escolher entre a luta por dias melhores e uma pose de revoltada, eu escolho, simplesmente, ser Melissa. Porque a Melissa dá extrema importância à luta, ao social, ao que há de belo em tudo, nos outros, no amor que se devotam mutuamente, enfim. Eu sou radical. Radical vem de raiz. Minhas raízes são importantes. Como eu não tenho que dar satisfações a ninguém – exceto a meus pais – eu quero continuar a apreciar a música que eu quiser, a literatura, ideologia, arte e tudo o que há. E que morram os cadáveres em pé, aqueles que pensam deter a verdade em seu mundo tido como "esclarecido", mas tão somente confuso como a imagem que "tacam" no mundo. Escrito por Melissa Rocha às 02h19 [] [envie esta mensagem]
DUAS MENTES EM UM TEMA Há tempos não apareço por aqui. Nem parece mais ser minha casa. Sem limpar, descuidado. Mas é meu blog. E hoje é um dia bonito, posso dizer. Muitas coisas aconteciam há um ano atrás. Coisas importantes. Pessoas importantes. E pra celebrar a "manutenção" de meu blog, eu fiz um poema junto com uma pessoa especial ai. Está em duas cores e tem esse nome pela maneira como foi escrito; a fusão de dois pensamentos em um. Descubram, se puderem, quem escreveu o que. Que isso não fique como charada, mas como reflexão.
D UAS MENTES EM UM TEMAEntre o poço em que me vejo e o que vêem de mim Há uma imensidão de sentimentos que emanam voluntariamente. Mas, eles não vêem! Vem rio, pedra, chuva... Sorriso, estrela e lua. Tudo isso, ou passa ou torna-me um pouco além do bruto que eles insistem em ver. No acorde mais distante, vi soar canção singela. E em solfejos embriagados de vida, toquei o céu com meu canto pagão Dançava na relva molhada, esperando pelo dia da redenção. Ouvia minha alma gritando por algo iminente! De toda essa vida, trago versos escritos a sangue e lágrimas Sangue e lágrima que só se diferem nos próprios versos, pois, em minha face, fundiam-se num pranto purificador Das lágrimas, escorrem versos do poema mais bonito. Do sangue, o mais puro! E no silêncio, ao longe melodias sentimentais cobrem feito manta meus anseios E como cobrem! Num sinuoso fechar de olhos, vislumbro desejos que minh´alma tece Desejo cada minuto de minha vida em segundos. Cada ar que tomo em meus pulmões Abre minha vida ao ar de esperança E na rosa vermelha que se abre, novo tempo de eterna aliança! Comungo cada gota desse ar da forma mais sincera possível! Melissa Rocha e Thiago Fonseolli
Escrito por Melissa Rocha às 01h14 [] [envie esta mensagem]
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