::Sobre Mim::




Nome: Melissa Rocha, Mel, Melithil, Melnina da Lua!

Idade: pra quê você quer saber?

Cidade: "Como vai BH? Ouve a voz da montanha. Sei de cor meu lugar, Belo Horizonte..."

Gosto: da vida, de sonhar, de dormir, de falar, de escrever, de rosas vermelhas, de águias, de corujas, de amar, da família, da lua, dos amigos, Teologia e Filosofia de Boteco (rsrs)

Odeio: mediocridade, fundamentalismo, racionalismo exarcebado, racionalidade instrumental - embora muitas vezes esta me sirva bem, dieta - rs, direita conservadora, canja de galinha, pagode e mais um monte de trem! (hehe)

Filmes: Cidade dos Anjos, Matrix, Grease, Dirty Dancing, Quem somos nós, Batismo de Sangue. Mais alguns.

Músicas: Se eu quiser falar com Deus.

Olha eu aqui, ó: Photo Sharing and Video Hosting at Photobucket


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Estranhisses

Eu não quero arrumar meu quarto. Minha mãe já disse que está horripilante. A quem importa?

Não. Eu não estou de mal com a vida. Só quero ver meu quarto menos arrumado.

O que significa? Dá pra ver quem sou eu, de repente. Esses cds todos jogados. Cada hora uma sensação. Das baladas do Roupa Nova às fugas frenéticas de Johan Sebastian Bach. Hormônios dilacerando enquanto as escalas são executadas.

Não estou bêbada. Talvez o C02 que aquela planta que pus do lado da cama está expelindo esteja causando alguns absurdos. Ela respira à noite. Assim como eu. Será que se eu aquecesse o quarto a 50ºC ela morreria? Talvez sim. Atingiria seu ponto fator limitante da fotossíntese.

As cordas de meu violão já estão duras. E eu, sem paciência de comprar outras.

Preguiça. O quarto está realmente horrível. E daqui a pouco minha mãe vai acordar e dizer que “muito-me-admira-alguém-que-quer-morar-sozinha-pra-estudar-viver-nessa-bagunça”. Eu realmente não tenho resposta para ela. Até porque, ela não me fez uma pergunta. E eu não tenho razão nisso.

E de novo, minha irmã vai reclamar que eu comi o biscoito que ela comprou. Fazer o quê? Chocolate tem endorfina. Prazer. Não que eu esteja precisando. Vai saber. Nem eu sei.

Ando sentindo presságios.

Sou humana. Às vezes sinto falta de coisas que não sei o nome.

Quero sentir o amor de minha mãe e ela está do meu lado. Quero que meu pai pare de falar muito e apenas fique perto de mim. Quero entender esse incompreensível que é meu caminho.

God Bless Me!



Escrito por Melissa Rocha às 00h05
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Eu já sei olhar o rio por onde a vida passa... Sem me precipitar e nem perder a hora.

Andava trocando passos com a solidão... Vivendo esses momentos que são meus; aquelas coisas que não abro mão. (Eu copiei isso da Ana Carolina?!)

 Ultimamente têm sido constantes as contradições. Nem sempre comigo mesma, mas com relação aos outros. Uma pessoa que admiro muito, disse que eu vivo essas contradições, mas ao mesmo tempo abro espaço em meu coração para um “algo mais”, um além que faz o encanto da vida. Eu fiquei feliz em ouvir isso...

Recordo-me de quando eu me irritava com tudo... Eu dizia coisas ásperas sem pensar. (Há quem diga que “falar sem pensar” não existe... Mas o que eu escrevi é mera figura.)

Agora eu sou mais calma. Calma ou covarde?! Juliana me fez esta pergunta hoje. Aliás, ela se fez esta pergunta. Paramos um pouco e pensamos: não é covardia, é prudência. Prudência. Não é mais tão valoroso (?) dizer tudo a todos ferindo ou não suas almas... Temos sido prudentes.

Eu às vezes sou boba com quem tenho carinho. Sou forte com quem precisa que eu seja forte. Sou dura quando as situações não têm alma. Sou mansa quando a vida pede alma. Eu temo que o carinho se confunda com passividade. Eu temo que a força se confunda com posse. Eu temo que a dureza se confunda com ódio. Eu temo que a mansidão se confunda com silêncio.

"Hay que endurecer-se pero sin perder la ternura jamas!" (Che Guevara)

Eu sei ser menina-mulher-e-força! Eu só não sei não amar. Eu não sei pedir nada. Eu tenho esse caminho perdido, esse melhor destino.

Talvez eu derrame lágrimas um dia. Mas não posso deixar de sorrir por medo disso acontecer. Sofrer e chorar, às vezes significa viver. Pode ser sinal de morte, mas pode ser sinal de ressurreição.

Eu não choro porque as rosas têm espinhos. Eu sorrio porque sei que os espinhos têm rosas. Por mais que eu possa aparentar algum sofrimento, eu sei que as coisas não acontecem por algum acaso.

 

"O que tiver que acontecer, acontecerá, você estando lá para ver ou não!" (Anne Rice)

 



Escrito por Melissa Rocha às 00h47
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Surtações Antropológicas, como diz a Cassi.

Eu queria ser Antropóloga. Vocês deixam? Mãe vai adorar! Pai nem tanto. Irmãos... Ai já não sei! Professor de Geografia acha o máximo. Amigos estranham. Estudantes de Ciência Política não se pronunciam.

Muito bem. Já está escolhido o curso e feita a inscrição na UFMG: Ciências Sociais - Diurno. Vamos ver se passo.

Sobre o texto anterior, reflitam mais sobre isso http://www.leonardoboff.com/site/vista/2005/mar25.htm. Eu não tinha lido antes de escrever... Leonardo Boff altamente altamente. (Mãe me deu livro dele! Eeeeeeeeeeee!)



Escrito por Melissa Rocha às 01h07
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