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Nome: Melissa Rocha, Mel, Melithil, Melnina da Lua! Idade: pra quê você quer saber? Cidade: "Como vai BH? Ouve a voz da montanha. Sei de cor meu lugar, Belo Horizonte..." Gosto: da vida, de sonhar, de dormir, de falar, de escrever, de rosas vermelhas, de águias, de corujas, de amar, da família, da lua, dos amigos, Teologia e Filosofia de Boteco (rsrs) Odeio: mediocridade, fundamentalismo, racionalismo exarcebado, racionalidade instrumental - embora muitas vezes esta me sirva bem, dieta - rs, direita conservadora, canja de galinha, pagode e mais um monte de trem! (hehe) Filmes: Cidade dos Anjos, Matrix, Grease, Dirty Dancing, Quem somos nós, Batismo de Sangue. Mais alguns. Músicas: Se eu quiser falar com Deus. Olha eu aqui, ó:
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!PRIMAVERA SOPRANDO PRA UM CAMINHO MAIS FELIZ... MAIS FELIZZZZZZZ!" (Los Hermanos) Pelos meus incertos atos, faço respirar novos ares de novas canções. Parecem tocar diferentes, com tons menos melancólicos que os de outrora. E eu confesso: acordei desses dias achando tudo diferente, tão novo, tão cheio de sentido. É algo tão assim... Assim “não sei”. É novo e bom. É como se esse tempo em que vivi “longe da cidade” fosse um outro casulo daquela borboleta que sou. Esse não, “aquele” tempo. Já parece tão distante, tão sem sentido nos dias de hoje. Este hoje tão “right now”, tão presente, tão “agora”. Este hoje que é o banco daquela praça que já acolheu tantas lágrimas, tantos desabafos. Agora ela acolhe sorrisos e carinhos de um tempo que veio, e que ainda está por vir. Aqueles olhos pequenos, serenos, “de amêndoa”, castanho-claros, me diziam que outra felicidade era possível. Não em substituição de uma que não aconteceu, mas uma nova. Uma que fizesse sentido por si só, que não fosse a justificativa por fatos não ocorridos, por abraços de outrem não desfrutados. Aqueles olhos... Um novo surpreendente. Um verdadeiro “quem diria?” cheio de surpresas. E a melodia que toca é de luas plenas, cheias e fortes. Eu nem consigo pensar em nata triste. Por mais que isso seja “anormal”, é interessante. Eu não acreditava que seria possível viver sem dor. Não que eu não viva; a dor a gente conhece, sente, aprende a conviver e depois pode vir a esquecer. Mas é verdade. Eu não sinto dor... Um sorriso novo me acolhe e me faz mais tranqüila pelos dias afora. E eu devolvo aquela alegria que perdera sem porquê. Até me emocionei aqui. Pois é. As lágrimas às vezes caem. Vezes doces, vezes amargas, mas do coração, e sempre vivas. Mais bonito que sorrir, é fazer o sorriso as lágrimas banharem. ... As cigarras cantam no bosque da escola... Eu durmo um sono mais leve no banco do jardim. No final da tarde eu ando cansada, mas tranqüila. Ao subir a ladeira, minhas pernas são mais leves. Meu corpo é menos moribundo, minha alma é menos triste, e seu sou mais feliz! A primavera este ano chegou com uma dor, mas sopra agora pra um caminho mais feliz. MAIS FELIZ! ... Primavera sopraaaaaaaaaandooo num caminhoooooooooooo mais felizzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz!! Mais felizzzzzzzzzzzzzzzzz!! (nhá... eu sou sempre cantar isso em seu ouvido!) Escrito por Melissa Rocha às 23h09 [] [envie esta mensagem]
A gente nem nota que a lua muda de formato... A novidade quase sempre nos deixa instigados. O que não era tão evidente passa a ser um convite à mudança. Mudança esta que não se sabe se era necessária ou previsível, mas que talvez precisássemos. Talvez, eu precisasse. Aceitar qualquer tipo de modificação, seja de fundo emocional ou estrutural, não é nada fácil. O que não quer dizer que não pode ser interessante e proveitoso. “Na pressa a gente não nota que a lua muda de formato...” Como eu sofri por coisas que me eram distantes. Distantes não por mim ou pelo meu desejo, mas talvez no que dizia respeito ao alheio, ao que não dependia de mim. Sim... Eu abri mão da eternidade. Abri mão e agora a tenho novamente, podendo dar tudo de mim para ser feliz. Agora. Tive que fazer escolhas. Escolha... Sim, eu tive. E como foi difícil deixar alguém dizer: “eu posso fazer você feliz!” Há algum tempo eu não pensava nesta possibilidade. Hoje eu penso... E hoje eu vislumbro um presente que é quase futuro. Se vai acontecer do jeito que planejo, ai já não parte mais de mim. Parte talvez do acaso, da circunstância. Talvez eu tenha feito uma boa escolha... Talvez a melhor escolha dos últimos tempos. E eu acredito nisto. Se eu não tiver feito, não é agora que vou saber. E que se danem os nós. Um abraço pra quem me deseja sorte. Outro abraço pra quem não deseja também. Uma pedalada na nuca de quem não deseja nada. E um copo de cerveja pra quem quer brindar comigo. (É... Eu estou sem dinheiro. Vai cerveja mesmo... Apesar de eu não ser muito chegada.) P.S.: Eu tenho tido vontade de escrever sobre muitas coisas... Muitas mesmo. Mas não tenho tido tempo. E isso não é bom... Vou arrumar alguns minutos para falar sobre desarmamento, casamento, cerveja, sociologia ou filosofia de boteco. Eu preciso de tempo. Obrigada por lerem minhas besteiras. Amo-os. Incondicionalmente. Escrito por Melissa Rocha às 23h31 [] [envie esta mensagem]
Quero viver, quero ouvir, quero ter... Nada que é vez em quando tudo. Quero sentir, RESPIRAR! Sim, eu quero uma lua Quero saber o que é Quero este céu púrpura nesta nova cena Escrito por Melissa Rocha às 02h41 [] [envie esta mensagem]
NHAAAAAAAAAAAA!! NHAAAAAAAAAAAA!!! TUNTZ, TUN, TUN TUNTZ!! Eu tenho um caderno em que escrevo minhas angústias e minhas euforias. Há textos que só têm introdução, e outros, só a conclusão. Pode parecer mero exercício de redação, mas não é. O mais interessante é que nunca perdem seu sentido. Alguns são otimistas, outros pessimistas – a maioria. Existem textos que nunca postei. Alguns, talvez agora, que não infringiriam a ninguém (é transitivo direto ou indireto? Preciso estudar regência), poderiam ser postados. Quando são otimistas, os textos começam falando de algo crônico – a dor – e terminam num suposto futuro de boas colheitas e realizações. Há dias em que leio e acho bonito. Outros, leio e rio, porque penso: “ — Como consigo ser tão... redundante?” Ninguém responde. Demasia total. Eu não tenho pensado em dias bons. Isso deprime, mas eu não tenho mais nada a perder. Eu começo a ouvir a Ana. Não falo é nada. Nem preciso comentar, porque já me conhecem através das músicas dela (isso porque não ouviram as minhas). * * * Eu tenho que repensar minhas relações? * * * Eu tenho detestado (tsc tsc tsc... eu odeio este tempo verbal. Só é bom pra poesia) as conjunções adversativas e concessivas. Só estragam. * * * Eu amo minha boneca. Ela dorme do meu lado, no meu pé, na minha cabeça ou em baixo do travesseiro. Ela sim me ama. Até ir pra centrífuga por minha culpa já foi. Linda! J * * * Que seria de mim sem a lanterna do celular? * * * A massa polar atlântica está cessando vagarosamente. * * * Eu preciso fazer análise? * * * NHAAAAAAAAAAAAAAAAAA! * * * A banda do Zé Pretinho chego-ouuuu! Para animar a festaaaaaaaa! * * * NHAAAAAAAAAAAAAAAAAA! * * * Where is my Gadernal? (sic) Resposta: aqui, ó => Escrito por Melissa Rocha às 02h31 [] [envie esta mensagem]
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