|
Nome: Melissa Rocha, Mel, Melithil, Melnina da Lua! Idade: pra quê você quer saber? Cidade: "Como vai BH? Ouve a voz da montanha. Sei de cor meu lugar, Belo Horizonte..." Gosto: da vida, de sonhar, de dormir, de falar, de escrever, de rosas vermelhas, de águias, de corujas, de amar, da família, da lua, dos amigos, Teologia e Filosofia de Boteco (rsrs) Odeio: mediocridade, fundamentalismo, racionalismo exarcebado, racionalidade instrumental - embora muitas vezes esta me sirva bem, dieta - rs, direita conservadora, canja de galinha, pagode e mais um monte de trem! (hehe) Filmes: Cidade dos Anjos, Matrix, Grease, Dirty Dancing, Quem somos nós, Batismo de Sangue. Mais alguns. Músicas: Se eu quiser falar com Deus. Olha eu aqui, ó:
.::Meu fotolog 2:::. .::Renan::. .::Tiago Godoy - Armand::. .::Cassiiii::. .::Deus::. .::Tânia::. .::Tiago - Myhro::. ::Já Passou:: Ver mensagens anteriores ::Créditos:: ![]() ![]() ::Votação:: Dê uma nota para meu blog ::Contador::
| ||
|
NOITES COM SOL Quero fazer uma reflexão com essa música. Há muito tempo não faço uma dessas. A última foi “Contos da Lua Vaga”, de Beto Guedes. NOITES COM SOL Ouvi dizer que são milagre Sempre fui sonhadora, e pedia tudo isso aos anjos. Hoje eu sei o que são noites com sol, mesmo nesse romantismo incontido, que às vezes me ajuda a entender melhor a minha vida. Sempre gostei do escuro, porque causa-me reflexão. Às vezes dor sem lágrimas, às vezes alegrias tão grandes. Um sol à noite. Tudo o que eu não sabia imaginar. Só via a lua, e por muitas vezes a tive como dor. Quão livre sou? Quão livre você é? Não sabemos. Tampouco conseguimos entender de tudo isso a que chamamos liberdade. Toda liberdade, por mais livre que pareça, é contida. Mas algumas coisas nesta vida nos conduzem às estrelas, e nos fazem sentir livres, de fato. Não vendi meus sonhos e nem minhas ilusões. Alguns alcancei, outros, porém, entendi que não deveriam acontecer. E eu pedia, sempre, esse amor. E apareceu de onde e de alguém que eu nem esperava. Aquece meu frio, alimenta minha alma, traz-me o sol sempre, Gustavo. Abramos as janelas para olhar o sol da noite. A luz que a noite também tem. Abro-as junto ao meu amor, aos meus amigos, aqueles, que, enfim, são meus “sóis”. Amo-te, Gustavo... Obrigada, meu amor, por me ensinar a ver o sol. Deixa o sol entrar... Música: Noites com Sol – Flávio Venturini (CD Noites com Sol) Escrito por Melissa Rocha às 16h24 [] [envie esta mensagem]
|