::Sobre Mim::




Nome: Melissa Rocha, Mel, Melithil, Melnina da Lua!

Idade: pra quê você quer saber?

Cidade: "Como vai BH? Ouve a voz da montanha. Sei de cor meu lugar, Belo Horizonte..."

Gosto: da vida, de sonhar, de dormir, de falar, de escrever, de rosas vermelhas, de águias, de corujas, de amar, da família, da lua, dos amigos, Teologia e Filosofia de Boteco (rsrs)

Odeio: mediocridade, fundamentalismo, racionalismo exarcebado, racionalidade instrumental - embora muitas vezes esta me sirva bem, dieta - rs, direita conservadora, canja de galinha, pagode e mais um monte de trem! (hehe)

Filmes: Cidade dos Anjos, Matrix, Grease, Dirty Dancing, Quem somos nós, Batismo de Sangue. Mais alguns.

Músicas: Se eu quiser falar com Deus.

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“Que a força do medo que tenho não me impeça de ver o que anseio.”

Eis-me aqui, novamente. Talvez minhas palavras sejam ouvidas hoje como prece. E não sei se considero felizes ou loucos aqueles que conseguem me entender.

Existe algo, nesta minha luta toda, que me dói muito. Depois da despedida e da distância dos que amo, sinto falta da Música, do que eu fazia, do que eu cantava aqui nesta cidade – Resende. Cantava numa banda, fazia meus shows, e hoje eu sou apenas convidada dos meus amigos, que sentem um pouco daquela saudade, esta saudade que eu sei de cor. Sentem um pouco por mim, compartilham comigo e me entendem. Para esses o meu carinho eterno.

Eu ainda não entendi a partida e a saudade. Eu ainda sofro. E acreditem: não tenho vergonha nenhuma de dizer isso, por mais subjetivo que seja esse sentimento. E às vezes eu preciso de uma simples alegria pra me aquietar o espírito: cantar uma ou duas músicas. Parece que eu estou mendigando espaço? Não. Eu quero apenas respirar isso que pulsa o tempo todo em minhas veias. Como disse um amigo meu, eu sou música!

Quando existem esses momentos, é como se fosse único, primeiro e último ao mesmo tempo, um momento ímpar, meu, dos que vêem, dos que ouvem. E a música é linda, mesmo que às vezes tristeza.

É difícil, e eu não digo isso como reclamação. Digo apenas porque é, até porque, ninguém tem a obrigação de ler minhas indagações e reclamações.

Sair de uma banda não significa o fim de uma carreira, mas o começo de um novo “porém”, um novo “porquê” e uma nova luta.

Eu sai, da maneira mais chata imaginável, sai. Não por culpa minha, mas porque não se pode contar com o bom senso do ser humano sempre.

Enfim.

Não quero soar triste, mas sim nostálgica, que é, verdadeiramente, o meu estado atual. E faz parte... Sim, faz parte.

 

Saudades de postar. Farei com mais freqüência.

 

Obrigada a quem lê!



Escrito por Melissa Rocha às 00h49
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