::Sobre Mim::




Nome: Melissa Rocha, Mel, Melithil, Melnina da Lua!

Idade: pra quê você quer saber?

Cidade: "Como vai BH? Ouve a voz da montanha. Sei de cor meu lugar, Belo Horizonte..."

Gosto: da vida, de sonhar, de dormir, de falar, de escrever, de rosas vermelhas, de águias, de corujas, de amar, da família, da lua, dos amigos, Teologia e Filosofia de Boteco (rsrs)

Odeio: mediocridade, fundamentalismo, racionalismo exarcebado, racionalidade instrumental - embora muitas vezes esta me sirva bem, dieta - rs, direita conservadora, canja de galinha, pagode e mais um monte de trem! (hehe)

Filmes: Cidade dos Anjos, Matrix, Grease, Dirty Dancing, Quem somos nós, Batismo de Sangue. Mais alguns.

Músicas: Se eu quiser falar com Deus.

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Tudo se torna tão real...

 

Hoje eu sou uma menina-mulher de algumas certezas, muitas convicções e uma dose elevada de dúvidas. O que, para mim, é absolutamente normal.

E então, minha cabeça tem estado embaralhada. Sociologia, Antropologia, Política, Economia, Filosofia. Tudo isso necessário à minha formação, mas absolutamente “pirante”.

Eu acho que nem consigo mais escrever aqueles textos cheios de coisas lindas. Às vezes vem a inspiração, mas quase sempre ela vem junto com o cansaço.

Fico sentada no banquinho aqui da faculdade lendo “Os Pensadores”, aquela coleção que todo cientista social acaba lendo quase inteira... Raramente tenho tempo para ler algo mais lúdico. Tudo isso é bom, faz parte do meu curso e eu me propus a isso... Mas tem hora, meus amigos, que é difícil largar da TV pra ler sobre um cara que escreveu há duzentos anos, por exemplo. São meus fetiches, como diz o Marx. (Olha eu com esses papos aqui... Não to dizendo. Vou acabar tendo que dar razão à Cassi quando ela diz que eu estou muito objetiva. =P)

Às vezes me dá uma saudade de tudo, do tempo que eu não fazia nada, que podia escolher entre estudar e ficar deitada ou jogando no computador. Nunca senti tanta falta de vadiagem. E o pior, é que aqui em Belo Horizonte tem lugar de sobra pra vadiar. Só falta o primordial: o capital! Ui... Ô coisa que nunca sobra!

Escuto Ana Carolina, Shaaman, Angra e tudo aquilo que sempre escutei. Ando menos metaleira e mais “mpbzeira”. Toco violão, canto, continuo escrevendo poesia e fazendo música. Menos do que antes, infelizmente.

Arrumei companheiros na música e tudo vai bem nesse sentido. Quase bem, artisticamente.

Estou cansada. Fisicamente. É lindo estudar... Mas tem hora que a gente fica vislumbrando aquela tão sonhada colação de grau, que é o momento onde parte das coisas terminam e outra parte começa.

Saudade louca de todo mundo. Todo mundo mesmo. Quando vou a Resende quero morder meus pais de felicidade. Parece que minha saudade nunca é saciada. Meu namorado... Meus irmãos... Meus Primos... Meus amigos que agora, como eu, resolveram se esconder um em cada canto... Que saudade. Que saudade de ligar pra Gisele e pra Anna e ficar falando bobagens ou discutindo a relação... Que saudade de ficar andando na rua com a Jú, falando de Anne Rice, de música, de literatura... Agora com essa coisa de eleições, uma puta saudade do pessoal do PT de Resende, que tem sido muito carinhoso e tem me dado apoio desde que vim para cá. Tudo. Tudo me dá saudade, às vezes desespero; mas sempre uma saudade, um amor, uma vontade de estar perto.

Enfim, “all become so real, making dreams come true”, mesmo com o cansaço e tudo de ruim que vem. Tem um “tudão” de bom que vem junto. I love so much all this.



*Musiquinha que segue bem bonita... A melodia é perfeitamente batucante e rockenrollzeante!

In The Night (Shaaman)

Na noite
Na noite, reinos de sonhos
Crença selvagem, descendendo
Tudo tão quieto, tudo tão parado
Vagando em silêncio pela noite
Nas altitudes, nos picos
Nuvens chuvosas ao redor
Há cidades feitas de luz
Atravessando o escuro da noite
Tudo se torna tão real
Fazendo sonhos tornarem-se realidade
Para livrar sua mente e libertar sua alma
Voe para longe desta terra
Feita de velhos fragmentos de mágoa
Não há como voltar, livre para correr
Hesitação, sacrifício
Encante, segure firme
Até que os céus se inclinem
Há um túnel, longo e sinuoso
Levando em direção à luz
Liberte-se da miséria, deixe pra lá
Ouça minha voz
E eu o guiarei em seu caminho
Liberte-se da miséria, deixe pra lá
Ouça minha voz
E eu iluminarei seu caminho
Deixe para trás o mundo que você conhece
E flutue
Ouça minha voz

E eu o guiarei em seu caminho



Escrito por Melissa Rocha às 14h55
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