::Sobre Mim::




Nome: Melissa Rocha, Mel, Melithil, Melnina da Lua!

Idade: pra quê você quer saber?

Cidade: "Como vai BH? Ouve a voz da montanha. Sei de cor meu lugar, Belo Horizonte..."

Gosto: da vida, de sonhar, de dormir, de falar, de escrever, de rosas vermelhas, de águias, de corujas, de amar, da família, da lua, dos amigos, Teologia e Filosofia de Boteco (rsrs)

Odeio: mediocridade, fundamentalismo, racionalismo exarcebado, racionalidade instrumental - embora muitas vezes esta me sirva bem, dieta - rs, direita conservadora, canja de galinha, pagode e mais um monte de trem! (hehe)

Filmes: Cidade dos Anjos, Matrix, Grease, Dirty Dancing, Quem somos nós, Batismo de Sangue. Mais alguns.

Músicas: Se eu quiser falar com Deus.

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Quer saber de uma coisa?

Eu to é bem!

Tudo passa.

Até as uvas-passa.

 

Ô Deus, ajuda aê. Manda o minino-homi-lindo certo!



Escrito por Melissa Rocha às 16h00
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PODE SER QUE O MUNDO SEJA UM MOINHO

Queria me inundar menos de sentimentos

E queria, mais ainda, neste momento, ser egoísta o suficiente

Pra afastar essas dores, a mágoa no fundo da alma

Essas juras secretas que faço para a lua.

 

Olho para tudo e tudo parece uma bobagem

Tudo parece se usar de um falso encanto

Da flor da laranja até esses cigarros de cheiro do mato que eles fumam.

 

Eu recitei o poema de Gonçalves Dias na hora errada.

Eu cantei as canções também.

Eu fiz versos.

 

As pessoas pedem calma.

Mas não entendem que eu preciso é de mais alma.

Alguns precisam de um entorpecente pra se livrar das dores

Outros, precisam de uma redenção.

E a condição de prostrar-se não é deveras indigna;

Ela precede a posição ereta, precede a redenção.

Não há vida sem espinhos, não há Cristo sem cruz.

 

O senhor do chapéu canta um samba triste

Canta a melodia soletrada em “laiá”

E diz que o mundo mói e tritura nossos sonhos, os mesquinhos

E reduz as ilusões a pó.

 

Nosso silêncio é o bem-estar do outro, enquanto o peito grita de fúria.

Nossa expressão é a insegurança do outro, enquanto precisamos dizer, e até fazer poesia.

Não existe o tamanho da nossa dor,

Mas sim a imensidão das confusões alheias.

 

Não me peça pra não sofrer.

Não me peça pra não chorar.

Não me peça o impossível impassível.

 

Um dia eu vou melhorar.

E só!



Escrito por Melissa Rocha às 00h55
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