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Nome: Melissa Rocha, Mel, Melithil, Melnina da Lua! Idade: pra quê você quer saber? Cidade: "Como vai BH? Ouve a voz da montanha. Sei de cor meu lugar, Belo Horizonte..." Gosto: da vida, de sonhar, de dormir, de falar, de escrever, de rosas vermelhas, de águias, de corujas, de amar, da família, da lua, dos amigos, Teologia e Filosofia de Boteco (rsrs) Odeio: mediocridade, fundamentalismo, racionalismo exarcebado, racionalidade instrumental - embora muitas vezes esta me sirva bem, dieta - rs, direita conservadora, canja de galinha, pagode e mais um monte de trem! (hehe) Filmes: Cidade dos Anjos, Matrix, Grease, Dirty Dancing, Quem somos nós, Batismo de Sangue. Mais alguns. Músicas: Se eu quiser falar com Deus. Olha eu aqui, ó:
.::Meu fotolog 2:::. .::Renan::. .::Tiago Godoy - Armand::. .::Cassiiii::. .::Deus::. .::Tânia::. .::Tiago - Myhro::. ::Já Passou:: Ver mensagens anteriores ::Créditos:: ![]() ![]() ::Votação:: Dê uma nota para meu blog ::Contador::
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Daqui deste banco, olho Marca passos com muletas Marca tempos com os pés Vagaroso. Os ruidosos motores As gentes na praça Os bancos, espaços Espaços entre as folhas de jornal E a cultura de ignorar Discrepâncias. Relutâncias. A insalubridade dessas calçadas Ameaças à dignidade Indignação. O desesperador grito silencioso dos olhares famintos sedentos de vida, pão e graça. A ausência das cores reluzentes da cidade veloz. Trilhos de metrô uivantes Enquanto adoçam cafés nessas esquinas. Adoçam a amargura dos meio-fios de tantas mãos estendidas pedintes De tantos pés que tocam um chão mais frio, mais cruel, mais sujo. Que passam manchetes desses dias? As cores desses times, os pontos desses ônibus de motores ruidosos, ruídos surdos! A cidade Inefável sustentar de torres e pilares maleáveis Concretos cinzas que escondem ou revelam elegias. Progresso nestes bulevares Cada vez mais espaço Cada vez mais arestas molhadas Cores foscas e ofuscadas Picolés de saudades, sabores de outros dias. As bicicletas deste hoje contornam outras esquinas Os meninos procuram lugares de outrem Os seus pais não estão ali. A dança desses dias satura as imagens, fotos. Esses pés com chinelos O correr dessas pernas O reflexo no vidro. Tanto espaço. A cidade. Mais espaço. Melissa Rocha Belo Horizonte, 02/07/2007 Escrito por Melissa Rocha às 09h35 [] [envie esta mensagem]
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