::Sobre Mim::




Nome: Melissa Rocha, Mel, Melithil, Melnina da Lua!

Idade: pra quê você quer saber?

Cidade: "Como vai BH? Ouve a voz da montanha. Sei de cor meu lugar, Belo Horizonte..."

Gosto: da vida, de sonhar, de dormir, de falar, de escrever, de rosas vermelhas, de águias, de corujas, de amar, da família, da lua, dos amigos, Teologia e Filosofia de Boteco (rsrs)

Odeio: mediocridade, fundamentalismo, racionalismo exarcebado, racionalidade instrumental - embora muitas vezes esta me sirva bem, dieta - rs, direita conservadora, canja de galinha, pagode e mais um monte de trem! (hehe)

Filmes: Cidade dos Anjos, Matrix, Grease, Dirty Dancing, Quem somos nós, Batismo de Sangue. Mais alguns.

Músicas: Se eu quiser falar com Deus.

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Para que a vida tenha mais força...

 

Tenho tido preguiça de escrever. E isto é grave, pelo menos para mim. Eu sempre vivi de escrever; é um dos meus melhores dons. Escrever é comunicar-me de forma próxima, sem estar, necessariamente, presente em corpo físico.

Lembro-me das épocas em que semanalmente, religiosamente, eu escrevia uma crônica e publicava-a no blog. Hoje, eu me apropriaria delas mais uma vez. Elas continuam a dizer de mim, e a me dizer. Porque escrever é uma celebração constante de tudo o que sou e fui. E o que ainda haverei de ser.

Escrevo do lugar onde páro e olho. Mesmo parada continuo a movimentar-me. O lugar onde páro e olho é meu ponto de vista. É meu ponto de encontro comigo e desencontro com a hora do dia. Mas é encontro com o tempo.

Eu ainda sou lugar dos poemas que fiz para quem queria conhecer, encontrar. Versos que dediquei ao amor.

Eu voltei a escrever... Para o meu bem e, quem sabe, para o bem dos que se sentem "confortados" ou agraciados por aquilo que escrevo.

 

Abaixo, um poema que escrevi por decorrência di aniversário de um amigo no mínimo querido:

 

Porque sou poeta...

 

Eu não sei de onde vêm os sonhos

Não entendo muito sobre mistérios

Sei apenas sentí-los:

Doce essência

Que só conheço por viver.

Presença afável de Deus

Que se revela em cada linha

Que desenho, percorro, movo, páro, desejo.

Caminhos...

Porque sou poeta, canto

Porque sou poeta, a cada minuto

Desejo, sincero,

Tocar a beleza das coisas...

Porque sou poeta, sou prece

Que a prece realize dentro de mim

E no mundo toda mudança necessária.

Porque sou poeta, amo:

Tudo aquilo que, de dentro de mim,

Exala ternura que vai ao outro

E volta para mim...

Só sonho porque assim sou

Porque a verdade

É capaz de me livertar

Porque a razão 

É capaz de clarear

Porque a vida

Me faz viver.

Amo em tudo quanto faço, 

sofro, 

luto,

vibro,

celebro.

VIVO!

 

(Melissa Rocha 8/12/2008)

 



Escrito por Melissa Rocha às 22h41
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